Como Framboesa nasceu?
Com o intuito de apreciar a delicia fonética das palavras, uma garota ao chegar na casa de um garoto, observou uma criatura peculiar, era um cãozinho de pelúcia(para privar gastos com direitos autorais não citaremos a aparência do cão), ela a achou uma graça, contudo até este momento a criatura era do sexo masculino e não possuía nome. A garota sentiu na liberdade de adotar o nome de Framboesa para o cão de pelúcia, simplesmente pelo fato de gostar de pronunciar esta palavra, por tabela Framboesa recorreu a uma mudança de sexo. Mas, uma historia tão mágica não poderia acabar sem um pouco de magia de verdade, aquela noite acabou e outras vieram(muitas outras pra falar verdade)- sabe como é, sindicato brasileiro de magia não tem feito muita coisa depois da morte de Raul Seixas e da auto- sustentabilidade de Paulo Coelho por meio da literatura pop- , com o passar destas, uma em particular(para expor a particularidade desta noite, era uma noite fria em Cuiabá!) Framboesa acordou do seu sono, torpor, atuação(fingindo de morto) ou coma com um certo desejo em escrever roteiros e gravar alguns curtas que pudesse marcar a vida das pessoas. Desnorteada, não sabendo aonde estava, não era mais uma lojinha de bugigangas do aeroporto de Congonhas, estava assustada, então resolveu se manter ali, agora certamente fingindo de morto, dias se passaram, e observava os acontecimentos daquele quarto, como se fosse um bioma novo que em primeiro momento a coisa mais sensata era estuda- lo sem interagir- se. Haviam personagens a serem estudados nesse meio, dentre eles, dois um menino, que freqüentava diariamente este quarto, embora boa parte estivesse em repouso, e outro, uma garota que ao contrario do primeiro sempre ao freqüentar o quarto passava ali horas acordada conversando com o menino.
E quanto ao Baco?
Enquanto rolava as burocracias para a animação de Framboesa, a galera tava de luto por causa de um cara muito gente boa que virou lenda por ter ressuscitado e por conta disso todos trocavam chocolate, mas a garota da historia anterior tava com alguns esquemas e tinha que se livrar de um refém, este não era ninguém mais que o coelho mais popular do dia e, bem, o que ela fez? Deu pro namorado, derr lógico, ela que não ia ser pega com o Coelho da Páscoa na mochila, né? Era pequeno ainda, bem agitado, talvez o único funcionário público que leva tão a serio o próprio trabalho,você observava os olhos dele, vermelhos, estourados, não é a toa que trabalhava um mês acordado sem problemas, bem, voltando a historia, ela deu a ele esse coelho, ele o alimentou,deu carinho,mas quando um coelho faz duas bolinhas de coco ao executar um salto você começa a questionar a normalidade dos eventos, com o passar dos dias o roedor foi aceitando a nova situação encarcerado, então depois de um show emo-gospel(classificação dada por um amigo da garota), o casal se sentou no corredor da casa, e começou a ter uma discussão, ao final quando estavam mais calmos olharam ao redor, e foram surpreendido com o coelho segurando um charuto fazendo a seguinte exclamação "Bem, agora que você pararam de refutar problemas...pensei bem e resolvi concordar em viver aqui com vocês, já me chamam de filho, por mim não tem problema, mas eu sou responsável por um feriado que ta rolando ja faz 2010 anos então se não se importarem gostaria de ser chamado por um nome mais forte", eles pensaram em um nome, pensaram, e concordaram em chama- lo de Baco. Contudo ele tinha um desejo; seguir em frente um projeto que ele não teve oportunidade de continuar, junto ao já citado Paulo Coelho e outros cronistas, devido ao seu emprego como publicitário da Pascoa, seu projeto constituía em escrever contos e crônicas em um meio de mídia que fosse público e de acesso a todos, o casal sugeriu que fizessem esse trabalho e publicassem em um blog na net(coisa que estão fazendo neste momento).
Mas como se conheceram?
Baco, foi entregue ao garoto, pego de surpresa, parecia tão frágil e o garoto preferiu cria- lo dentro de seu próprio quarto, este era seguro, isolado, um lugar em que o garoto poderia deixa- lo sozinho, e aproveitando que estava “sozinho” Baco agia com naturalidade, fazia coisas que o garoto e a garota jamais poderiam saber, segredos de sua verdadeira identidade, contudo sempre estava sendo observado por Framboesa que estava ali, sempre sentada na cama do mesmo quarto, mantendo essa posição como observadora à paisana, dia pós dia considerava Baco um interessante parceiro para suas futuras produções, contanto que este continuasse a viver nas condições que se encontrava agora, longe do seu verdadeiro serviço. Certa noite, hora depois de um certo show de Emo- gospel, o casal entrou no quarto, indignado com o que acabaram de vivenciar- uma intimada de um coelho- e neste momento o cãozinho sentiu um alivio ao saber que seu futuro parceiro de produção artística, um coelho que lia o mesmo jornal qual faria suas necessidades, estaria apto a continuar na casa. Framboesa se manteve cautelosa naquela noite, continuou com sua identidade em segredo, sentiu o espanto que passava dentro da cabeça daquelas crianças indignadas, esperou algumas noites se passarem, ela sabia que sempre que fazia frio o garoto trazia o coelho para dentro do quarto durante as noites. Assim em uma noite de frio, o coelho mais a vontade embora ofuscando sua identidade para os demais que moravam na casa, surpreso, foi abordado pelo cachorro de pelúcia, conversaram por horas daquela noite, o garoto estava passando a noite na casa da menina neste dia, então puderam ajeitar todos os detalhes da produção e qual seria o objetivo do trabalho.
No começo do mês de Junho, Framboesa foi apresentada ao casal como diretora dos futuros vídeos e trabalhos multimídia do projeto agora conhecido como Framboesa e Baco produções, este evento abriu a cabeça dos dois mortais para um mundo de n!(fatorial) possibilidades de historias a serem contadas e trabalhos a serem expostos de modo diferenciado.
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